Pular para o conteúdo
TickerLab
Abrir o app
Ferramentas grátis

Calculadora para viver de renda

Quanto juntar para tirar um valor por mês, em dinheiro de hoje, e o risco que a média esconde. Grátis e sem cadastro.

% ao ano
O juro real: quanto o dinheiro rende além da inflação. Na dúvida, use de 3% a 5%.
Como viver de renda

Patrimônio necessário, em dinheiro de hoje

R$ 1.532.305,26

Se render isso todo ano, dura
mais de 100 anos
Se o 1º ano cair 30%, dura
29 anos
Pela “regra dos 4%”, daria por mês
R$ 5.107,68
R$ 0R$ 500 milR$ 1 miR$ 1,5 miR$ 2 miinícioano 10ano 20ano 30ano 40ano 50
O patrimônio ano a ano, tirando a renda todo mês, em dinheiro de hoje. Rendendo a mesma taxa todo ano: começa em R$ 1.532.305,26 e termina em R$ 1.532.305,26; Com queda de 30% no 1º ano: começa em R$ 1.532.305,26 e termina em R$ 0,00.

O que a conta deixa de fora: imposto de renda e taxas; inflação diferente da sua: a conta usa um rendimento acima da inflação e uma renda sempre com o mesmo poder de compra; anos bons e ruins de verdade: além do exemplo da queda no primeiro ano, a conta usa o mesmo rendimento todo ano.

É uma simulação para entender os números e não é recomendação de investimento. Rentabilidade passada não garante resultado futuro.

Em dinheiro de hoje

Daqui a 30 anos, R$ 5.000 vão comprar bem menos. Por isso a calculadora trabalha com o rendimento acima da inflação (o juro real): o patrimônio e a renda saem no poder de compra de hoje, e a renda acompanha a inflação o tempo todo.

Só com os juros ou gastando o principal

Só com os juros, o patrimônio nunca acaba, mas é preciso juntar mais. Gastando também o que juntou, precisa de menos: com R$ 5.000 por mês e 4% ao ano acima da inflação, por 30 anos, são R$ 1.059.866,95.

O risco que a média esconde

O mesmo rendimento médio pode dar resultados bem diferentes conforme a ordem dos anos. Se o primeiro ano cair 30%, quem está retirando todo mês vende na baixa, e o dinheiro planejado para 30 anos dura 16 anos e 3 meses. A mesma queda perto do fim quase não faz diferença. É o chamado risco de sequência.

E a “regra dos 4%”?

A regra diz que dá para retirar 4% do patrimônio do primeiro ano, corrigidos pela inflação, por cerca de 30 anos. Ela veio de estudos com ações e títulos dos Estados Unidos no século 20; aqui ela aparece só como comparação, não como garantia.